Estende a mão sem ver

Quando minha mente teme o futuro
Agrada a incredulidade
Alimentada com minha ansiedade
Largando o regaço, consumindo o mel puro

Os olhos,cegos, para o combate da fé
Invisível até que eu toque
Mas, presente efetua o corte
Da venda que não permite nada como é

Quem susteve minha alma em suas asas?
Quem armou o arco? Livrou-me das ciladas?
Brilha como diamante, minha vitória não tão distante
Contempla agora teu presente, ignorando os olhos latejantes

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